Sexta-feira, 31 de Agosto de 2007
O infinito

      

    

   "Two things are infinite: the universe and human stupidity;

                and I'm not sure about the the universe."

  

                                                   (Albert Einstein)

 

       Este homem sim era uma verdadeiro génio... se há alguém que realmente admiro é ele.

      Quanto à infinitude do Universo também não acredito muito, consigo achar mais interessante a ideia de Stephen Hawking dum Universo finito mas sem fronteiras... Digo isto porque me custa a acreditar em coisas infinitas, só quando li a frase é que me ocorreu que realmente as há.

      Sendo finito ou não o Universo é belo. Esta imagem foi captada pelo telescópio Splintzer da NASA e mostra um aglomerado de estrelas embrionárias, cercadas de nuvens de gas e poeiras.

 

       Enfim... um homem fascinante num Universo fascinante 

                                                                                            By Sophia

    

"And now the purple dusk of twilight time
Steals across the meadows of my heart
High up in the sky the little stars climb
Always reminding me that were apart"

 


música: Stardust - Frank Sinatra

publicado por **** às 01:03
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Quinta-feira, 30 de Agosto de 2007
Um Soneto...

Um soneto duma das maiores poetisas portuguesas que, por outras palavras, nos faz a mesma pergunta que do outro poeta: “Para quê?!”. O outro, não inferior em tamanho, respondeu que tudo valia a pena, se a alma não era pequena, esta deixou-nos duas quadras e dois tercetos como resposta.

Quem a conhece não deve esperar um resposta animadora, mas também não nos podemos sentir todos os dias felizes, seriamos tolos... Ela sentia-se sempre amargurada, ainda chega a ser pior que parecer tolo e menos saudável, mas melhor que ninguém ela soube pôr esse sentimento em verso.

     

À Florbela Espanca...

 

By Sophia

        

                           

 

Para quê?

 

Tudo é vaidade neste mundo vão...

Tudo é tristeza, tudo é pó, é nada!

E mal desponta em nós a madrugada,

Vem logo a noite encher o coração

  

Até o Amor nos mente, essa canção

Que o nosso peito ri à gargalhada,

Flor que é nascida e logo desfolhada

Pétalas que se pisam pelo chão!...

  

Beijos  de amor! Para quê?!... Tristes vaidades!

Sonhos que logo são realidades,

Que nos deixam a alma como morta!

   

Só neles acredita quem é louca!

Beijos de amor que vão de boca em boca,

Como pobres vão de porta em porta!...

 

                                                    



publicado por **** às 00:42
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Terça-feira, 28 de Agosto de 2007
Uma Ode

                                       

 

       Aqui deixo um poema do senhor Ricardo Reis, poeta introspectivo, médico angustiado, monárquico pouco convicto. Esta ode não tem título e se o tem não o encontrei, mas acho que o conselho que nos dá é realmente fantástico portanto acho que basta uma alma de tamanho médio para achar que valeu a pena o espaço por ela ocupado no blog.

      

      Já gora... mostrarei a minha grande gratidão, maior apresso e uma choruda recompensa em dinheiro a quem quer que me arranje uma outra coisa que não encontrei: uma foto do referido poeta para pôr aqui...

                                                                                                By Sophia

                                    


sintomo-nos: inteiras
música: Requiem 'Lacrymosa' - Mozart

publicado por **** às 02:25
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Segunda-feira, 27 de Agosto de 2007
Riscos

« Rir é correr o risco de parecer tolo.

Chorar é correr o risco de parecer sentimental.

Amar é correr o risco de não ser correspondido.

Viver é  correr o risco de morrer.

Confiar é o correr o risco de se decepcionar.

Tentar é correr o risco de fracassar.

Mas devemos sempre correr os riscos porque o perigo é não arriscar nada.

Há pessoas que não arriscam, não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem evitar sofrimentos e desilusões mas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam nada , não crescem nada, não amam nada, não vivem nada! » {autor desconhecido}

 

ßy  Aηα M.


sintomo-nos: riscadas
música: Say it Right - Nelly Furtado

publicado por **** às 00:05
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Domingo, 26 de Agosto de 2007
O Fim do Mundo...

  

  

         Empiricamente sabemos que tudo tem um princípio e um fim. Sendo assim a ideia do Apocalipse não seria tão disparatada, seria portanto lógico que este mundo também tenha tido um princípio e venha a ter um fim. A ideia é lógica, tem o seu qui pro quo de plausibilidade, mas as teorias são, a meu ver, hilariantes. Os seres humanos nunca poderiam ter um final natural como os outros seres, esses são filhos dum Deus Menos”! Os Dinossauros, essas bestas, tiveram direito a um grande exlposão vulcânica, a um impacto meteorítico, a uma era do gelo repentina... Nós somos.. nós somos especiais! Não sabemos bem,  mas temos direito a melhor! Algo digno dum filme Hollywoodesco, com muitos efeitos especiais, acção e a sua cota parte de dramatismo... Algo em grande.

Uma sugestão:

   

"Férteis terras serão transformadas em prisões. O sofrimento humano será como uma chuva sem fim.

Os homens estão caminhando para a catástrofe. Serão os menos capazes que levarão as rédeas. (...) a humanidade será esmagada pelo alvoroço dos loucos e dos malfeitores. A sabedoria será aprisionada. Serão o ignorante e o prepotente que ditarão a lei ao sábio e ao humilde. (...)”*

    

Seremos governados pelos “menos capazes”, pelos “loucos” e “malfeitores”... OK é compreensível: os nossos sábios governos será substituídos por aqueles que nos levarão à condenação, ao Fim. Lembraremos com saudade os lideres bravos e incorrompíveis de Agora... Mas há um problema... Onde estão os sábios e humildes? Não pergunto no Fim dos Tempos, mas agora? Conheço poucos (e em relação a muitos deles, senão todos, posso estar enganada). Eu própria não sei se preencherei algum dos requisitos, quanto mais ambos (embora haja alguma humildade em admitir isso.. ou será apenas falsa modéstia?). Duvido que o próprio Rasputine, místico russo autor desta previsão, tenha sido um exemplo de sabedoria e humildade (a menos que tenha sido privado do seu símbolo de masculinidade, segundo contam os rumores bastante avantajado, pelo facto de ser tão humilde que preferia não mostra nenhuma das qualidades).

Afinal como podemos ver quando é o início do fim do mundo? Já terá começado ou está a acabar? Ainda tem muito de piorar? Quando será o ponto e que devem os “humildes e sábios” fazer (onde quer que estejam)?

Ok... Ok... Estou a ser má, fatalista, pessimista... Não estamos assim tão mal e além disso o documento não acaba aqui, mais à frente ainda há mais algumas pistas para identificarmos o Fim do Mundo:

 

”(...) O ar que hoje entra em nossos pulmões para levar a vida, levará um dia a morte. E chegará o dia em que não haverá montanha nem colina; não haverá mar nem lago que não estejam envoltos pelo hálito fétido da Morte. E todos os homens respirarão a Morte, e morrerão por causa dos venenos suspensos no ar. (...) e as águas amargas infectarão os tempos como a cicuta, porque as águas amargas trarão tempos amargos."*

 

Será difícil distinguir-se entre o aumento da poluição e o Apocalipse, mas havemos de notar, haverá algo que mudará na nossa mente e teremos noção da gravidade da situação, haverá uma consciencialização geral e definitiva  como nunca até então a Humanidade terá presenciado. Será então tarde demais? Não tenho a certeza... o documento nada mais diz.

 

Mas afinal que conclusões podemos tirar? Proveitosas... só uma: eu preocupo-me em demasia, sou demasiado complicada e devia dar mais importância a assuntos com alguma componente prática! Sou uma mulher de Ciência! O Dia do Juízo Final ainda deve tardar, não deve assombrar a minha geração e visto que não faço questão de gerar uma grande prole, também não me tenho de preocupar muito com as vindouras. Realmente devo dar algum descanso às dendrites, axónios, corpos celulares e afins e deixar de me preocupar com o fim do mundo para me preocupar mais com o bem mais próximo fim das Férias.

  

By Sophia

  

*excertos das previsões de Grigorij Efiemovic Novikh (Rasputin), São Petersburgo, 1912

(a imagem é do filme Constantine)

  

“I tried so hard and got so far

But, in the end, it doesn’t even matter”


sintomo-nos: Apocalípticas
música: In The End – Linking Park

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Sábado, 25 de Agosto de 2007
Psicologia Barata?

Aqui à dias enquanto procurava algo na televisão que merecesse a minha atenção demorei-me alguns minutos num determinado programa da manhã em que se abordava o famoso tema Madelain McCan e a problemática da morte explicada às crianças.

Segundo o psicólogo  convidado a idade a partir da qual as crianças devem acompanhar um enterro ou funeral situa-se nos 14 anos. Fiquei perplexa!! Mas que raio... Com 10 já se pode explicar às crianças o que é sexo mas não é “aconselhável” do ponto de vista psicológico deixar a criança acompanhar um enterro!

Discordo completamente deste profissional. Actualmente é tudo traumatizante para as crianças: se levam uma palmada com razão ficam traumatizados; se vão a um enterro ficam traumatizados; se vêem notícias na televisão de catástrofes naturais, desaparecimentos, etc ficam traumatizadas... É ridículo! A culpa é dos pais que não sabem desempenhar a sua função sem recorrer à opinião de psicólogos.

Em pequena levei muitas palmadas, todas com razão absoluta por parte dos meus pais e não morri, não estou traumatizada, sou uma rapariga completamente normal, não me drogo, tenho óptimas notas e uma vida invejada por muitos. Não sou menina mimada e se algum dia for mãe com certeza seguirei a educação dada pela minha mãe que felizmente se tem verificado dá melhores resultados que a aconselhada pelos psicólogos.

Fui pela primeira vez a um funeral com pouco mais de 5 anos. Era o funeral da minha avó que morrera em casa. Fui visita-la a casa dei um beijo na testa, fui ao velório, passei a noite ao lado do caixão e do corpo, vim para casa com os meus pais. No dia seguinte, fiz a viagem de hora e meia na carrinha funerária juntamente com as minhas quatro tias e a minha mãe porque quis. Fiz birra até que me deixassem ir com eles e fui a única de vinte netos que o fez. Não fiquei traumatizada, bem pelo contrário. Considero que é um descanso e um alívio para a criança ver onde está o corpo e  o que lhe vai acontecer. Se não pensem... Como é que se deve sentir uma criança cujo pai ou mãe faleceu e que lhe é dito ‘Olha ele(a) foi-se embora e não volta mais.’ Foi para onde? Onde é que está? Que lhe fazem? Ainda por cima as crianças que tem tendência a ficar sempre de pé atrás e a desconfiarem do que lhes é dito.

Mais recentemente presenciei o enterro de um primo. A sua filha não faltou ao enterro. Aliás fez-se questão que ela visse onde foi enterrado o pai. Não sou perita mas acho que ela não ficou traumatizada, seguiu a sua vida e é agora uma criança completamente normal. 

Não percebo este tabu da nossa cultura e de tantas outras à morte se afinal de contas é das poucas certezas que temos na vida. Fazem dela um ‘bicho de sete cabeças’ quando se deve encarar de forma natural, embora não arbitrária nem de ânimo leve.

 

ßy  Aηα M.


sintomo-nos:

publicado por **** às 16:25
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Quarta-feira, 22 de Agosto de 2007
Eu sou o teu espelho... Confessa-te a mim sempre que precisares

 

Era bom, não era? Ter um espelho alto, imponente, mas ao mesmo tempo capaz de se fazer transportar no bolso... Confessar os nossos profundos medos, as nossas repulsáveis mágoas, as nossas inquietantes certezas.

Confesso. Sou amante convicta desse precioso e inútil objecto. É das melhores prendas materiais que me podem dar. Tenho uma colecção algo vasta deles, desconhecida dos que me estão próximos. Desde o espelho de bolso - pequeno, sedutor - ao espelho que repousa na mesa de cabeceira do outro quarto e que cobre parte da parede, do espelho de bronze ao espelho trabalhado em madeira, amo-os a todos. São a minha grande paixão. Xiu! Não contem a ninguém... Ninguém sabe. É um segredo só meu e deles.

Já alguma vez partiram um espelho? Dizem que dá azar. Dizem que a alma fica lá aprisionada. Balelas na minha opinião. Um espelho é algo absolutamente extraordinário. Já pensaram? Podiamos ficar horas e horas sentados em frente a ele e ele continuaria a devolver-nos a mesma imagem.

Reservo-me o direito de ter um espelho para cada ocasião. Um pequeno e discreto na mala. Aquele pomposo que repousa no tocador aguardando que algo de significante aconteça. Ou até aquele da entrada onde não passo sem lhe lançar um olhar malandro. Todos eles me respondem. 'Não. Esse colar não.' 'Olha 'tas despenteada!' 'Ora ora onde é que a menina vai toda fina...'  Todos me fazem sorrir. São meus amigos. Confidentes. Amantes.

 

E o mais curioso é que vão comigo na bagagem. É por isso que os vou agora mesmo arrumar na mala e partiremos todos juntos para o Algarve, mal o Sol faça o favor de despertar, sem saudades do que fica nem anseio pelo que vai.

Ana


música: When I'm Gonne - 3 Doors Down

publicado por **** às 21:34
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2007
Sometimes I feel like...

   

  

É a este menino (leia-se gato) que podem agradecer todo o sarcasmo que se infiltrou de tal maneira na minha personalidade que acabou por se tornar indissociável dela...

 

Este é meu mestre nos mistérios do sarcasmo,

O meu gato de Eleição,

O que me consegue sempre arrancar um sorriso,

O primeiro a quem recorro ao ligar o computador,

 

Saudações ao Garfield e ao seu criador Jim Davis...

By Sophia

 

"So much to do so much to see
So what's wrong with taking the back streets
You'll never know if you don't go
You'll never shine if you don't glow"


sintomo-nos: All Stars
música: All Star - Smash Mouth

publicado por **** às 11:48
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Domingo, 19 de Agosto de 2007
Um Mundo...

         

  

                                                                                                    (Relativity - by Escher )

   

"It's an insane world and I'm proud to be a part of it.”

(Bill Hicks)

  

... after all, it’s the only world we have, the only one we know.

    

By Sophia


música: Like Humans Do - David Byrne

publicado por **** às 00:20
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Sábado, 18 de Agosto de 2007
"Auguries of Innocence"

      Aqui estão alguns fragmentos do poema “Auguries of Innocence” e a tela “Oberon, Titania and Puck with Fairies Dancing”, ambas da autoria de William Blake. Decidi apresentar este escritor e pintor inglês que leio há bastante tempo, não só porque gosto, mas também porque fez neste mês (no dia 12) 180 anos da sua morte.

      Como curiosidade descobri recentemente que o outro poeta inglês que falámos no blog, Jim Morrison, tirou a ideia para o nome da banda da qual era vocalista – os “the Doors” – dum trabalho deste escritor - "The Doors of Perception".

                             By Sophia

  

       

 

To see a World in a Grain of Sand

And a Heaven in a Wild Flower,

Hold Infinity in the palm of your hand

And Eternity in an hour.

 

(…)

  

A truth that’s told with bad intent

Beats all the Lies you can invent.

It is right it should be so;

Man was made for Joy and Woe;

And when this we rightly know

Thro’ the World we safely go.

 

Every Night and every Morn

Some to Misery are Born.

Every Morn and every Night

Some are Born to sweet delight.

Some are Born to sweet delight,

Some are Born to Endless Night.

 

(...)

         

William Blake

 


música: Tears in Heaven - eric clapton

publicado por **** às 00:01
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Sexta-feira, 17 de Agosto de 2007
Os Loucos...

  

   

     Chamamos loucos aos enfermos e dementes, aos insensatos e tolos, mas quem será realmente louco?

 

    Alguém que insistiu em cantar e espalhar por toda a parte, usando o “engenho e a arte”, “as memórias gloriosas” a um povo duro de ouvido? Um homem acreditava que se pode derrotar a violência com a ausência desta? Uma mulher que ousou chegar a doutora antes das outras e ganhar um Nobel (ou mesmo dois) no meio de homens? Uma mente que julgava possível compreender o universo só reflectindo logicamente?

    Não terão sido então, no fundo, loucos todos os que ousaram deixar a marca da sua efémera existência no nosso mundo? Todos aqueles que ousaram ir mais alto? Diz afinal o povo que “de génio e de louco todos temos um pouco” e já muitos provaram que ambas as características se podem interligar intimamente.

    Não será louco lutar por uma causa já perdida? Ou tentar sorrir quando temos uma ferida que sangra? Não ter medo de pertencer a uma minoria? Dizer o que se pensa? Saber que há alturas que mais vale calar? Fazer mais do que o estritamente necessário? Não será sinal da mais pura demência tirar prazer de pequenos gestos?

Sendo assim não sei se, por vezes ou mesmo sempre, serei louca…

    Talvez seja… quem sabe… mas não deixo de pensar se aqueles loucos que vagueiam pelas ruas apinhadas da Cidade, acenando alegremente a todos os que passam distraídos com os seus problemas, não serão afinal os que melhor se conseguem abrigar da crueza da realidade e sugar o tutano da vida, extraindo dela o deleite que muitos racionais afirmados julgam quiçá não existir…

 

    Quem são afinal os loucos desta vida?

    Aqueles que se cobrem com uma carapaça de loucura

   Ou os que cometem a insensatez de a levarem demasiado a sério, sem se aperceberem que, como tudo, a vida não é eterna?

   

     Enfim... sendo bom ou não, eu acho que o sou por vezes, para não dizer sempre. Como diria Salvador Dali "Como posso querer que meus amigos entendam as coisas loucas que passam pela minha cabeça, se eu mesmo, não entendo?". Se têm amor à vossa sanidade, limitem-se a não me ligarem meninas... 

 

       By  Sophia

(para quem inda não conhece faça este teste, vale a pena: Que gênio-louco é você?)

    

 


sintomo-nos: loucas
música: Gnarls Barkley - Crazy

publicado por **** às 12:58
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Quinta-feira, 16 de Agosto de 2007
:P

 

"Olho por olho... e o mundo ficará cego." (Gandhi)

 



publicado por **** às 09:42
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Quarta-feira, 15 de Agosto de 2007
X)

Estava eu na minha santa ignorância passeando pela net... quando dei de caras com algo deveras intteressante...

 

Sou chata ? Depende de ti...
Sou metida ? Inveja e' triste...
Sou feia ? ´Ha' quem queira...
Sou bonita ? Tenho espelho...
Adoras me ? Bom para no's...
Odeias me ? Poe te na fila...
Sou educada ? Quase sempre...
Sou mal educada ? Mereces te...
Sou louca ? O problema e' meu..
Sou santa ? Nem tanto...
Fui facil ? Estou afim...
Fui dificil ? Esquece...
Tenho juizo ? O suficiente...
Beijo mal ? Tu tambem...
Beijo bem ? Ja' sabia...
Humilde ? A's vezes...
Modesta ? Nem sempre...
Nao te largo ? Sorte a tua. Isso quer dizer q gosto de ti...
Dei te uma tampa ? Nao sejas portugues... Desiste !
Sou boa amiga ? Demais...
Sou boa inimiga ? Mais ainda...
Eu minto ? Tu tambem...
Duvidas de mim ? Paga para ver...
Eu amo ? Talvez...
Eu odeio ? Nao... Sinto pena .
Sou boa ? Com certeza...
Sou ma' ? Tento nao ser...
Gostar de mim ? Facil...
Gostar de ti ? Convence me..

 


sintomo-nos: mázinhas
tags:

publicado por **** às 18:27
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Jim Morrison

Desconhecia por completo a poesia de Jim Morrison mas tive a sorte de um amigo me chamar a atenção para ela... Obrigada

Between childhood, boyhood,
adolescence
& manhood (maturity) there
should be sharp lines drawn w/
Tests, deaths, feats, rites
stories, songs, & judgements


Men who go out on ships
To escape sin & the mire of cities
watch the placenta of evening stars
from the deck, on their backs
& cross the equator
& perform rituals to exhume the dead
dangerous initiation
To mark passage to new levels

To feel on the verge of an exorcism
a rite of passage
To wait, or seek manhood
enlightenment in a gun

To kill childhood, innocence
in an instant

 

 


sintomo-nos: filosófica

publicado por **** às 14:23
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Terça-feira, 7 de Agosto de 2007
Quando eu te encontrar...

Em homenagem ao nosso querido Bocage mas mais ainda às mentes perversas do nosso país...

 

Quando eu te encontrar...
Levar-te-ei para a cama.
Deixar-te-ei com uma enorme
Sensação de cansaço...

 

Lentamente...
Far-te-ei sentir arrepios,
Far-te-ei suar...
Profundamente.

 

Irás gemer...
E até resmungar
Deixar-te-ei ofegante
Atirar-te-ei ao ar
A tua cabeça latejará.

 

Da cama não conseguirás sair...
Quando terminar
Ir-me-ei embora...

 

Até à próxima...

 

Ass: A Gripe

 


sintomo-nos: mázinhas
música: Your Love Alone Is Not Enought - Manic Street Preachers

publicado por **** às 17:11
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