Terça-feira, 31 de Julho de 2007
Primeiro Beijo

E tu não vais fraquejar
Ninguém vai saber de nada
Juro não me vou gabar
A minha boca é sagrada
(...)
Quero o meu primeiro beijo
Não quero ficar impune
E dizer-te cara a cara
Muito mais é o que nos une
Que aquilo que nos separa

Perto da uma da madrugada e é esta a música que toca na rádio... Normalmente ficaria agradavelmente surpreendida por estar a adormecer ao som de uma música calma e de algum modo reconfortante, mas não estou numa noite normal portanto fico quase que irritada... Parece estar mais calor em casa que na rua. As cadelas da vizinha de cima não param de ladrar. E o som da ventoinha impede-me de adormecer. Para juntar à festa na rua pára um carro cujo dono de certeza é surdo (é a única explicação lógica para viajar num carro com o volume da música no máximo!!).

 E mais uma vez ouço o refrão da música. O desespero de uma noite de verão insuportável faz-me pensar no meu primeiro beijo... Que mania crónica que algumas pessoas tem de orgulhosamente bramarem ao sete ventos  que nunca se esquece o primeiro beijo! Eu lembro-me do meu muito provavelmente porque não foi assim à tanto tempo quanto se possa imaginar... Mas o mais provável é aos 20 e poucos anos não me recordar dele...

O que é que o primeiro beijo tem a mais que a nossa primeira aula? ou mesmo a primeira saída à noite? ou quiçá o primeiro amigo? Porque raio tanta gente se lembra pormenorizadamente do seu primeiro beijo e não do primeiro amigo do liceu? Verdade seja dita que se calhar nos arrependemos de termos conhecido o nosso primeiro amigo, ao invés da agradável beijo...

 

É nestas noites em que tou anormalmente espevitada e de mau humor que me apetece ouvir outro tipo de música... Mas é também nestes dias que a rádio parece embirrar mais comigo.

 

Meia hora depois, decido-me finalmente por desligar o rádio e a ventoinha e deixar-me dormir ao som da melhor música de todos os tempos... o tic-tac do meu relógio de cabeceira, sem o qual não consigo jamais adormecer.

 

Ana M.

 


sintomo-nos: embirrenta
música: A lo Cubano - Orishas

publicado por **** às 11:20
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Sábado, 28 de Julho de 2007
Não Nos Devemos Calar

“Em tempos tão dramaticamente confusos não se podem atirar as palavras como se fossem coentros nem sacudi-las ao calhas como se sacode uma toalha.”

“Cada palavra é uma semente e o terreno onde medra e o coração do Homem” Esta frase, de diferentes significados e objecto de diferentes interpretações coloca, lado a lado, coração do Homem e terreno fértil. Uma palavra mal semeada ou uma má palavra, semeada em terreno fértil, muitas vezes dá um fruto indesejado, contraditório àquilo que se pretendia, ou mesmo inesperado. No entanto, por vezes, arremessam-se assim as palavras, que sacudidas impiedosamente provocam feridas mais profundas que balas e mais dolorosas do que o “fogo que queima”.

 “Não nos devemos calar, (…) se há uma semente que a palavra deve propagar é a da inquietação (…) que nos fere o coração e obriga a caminhar”. Como feras feridas, obrigadas a caminhar, todos nós em alguma parte da nossa existência, nos vemos forçados a prosseguir, a reclamar, a importar-nos mais. Podem não esvair sangue, mas afogam a respiração, esperando que a nossa inquietação nos traga algo mais do que simples compreensão.

“Com o passar do tempo, as árvores não são estruturas rígidas, mas sim criaturas vivas e sensíveis que quando decidimos tratar delas temos de o fazer como se de crianças se tratassem”. Na minha compreensão é precisamente o contrário que se passa com o Homem: com o passar do tempo, ficamos rígidos de alma, rígidos de coração, criaturas semivivas, no limiar da morte da alma.

 

By Ana M.

 

Excertos das obras Cada Palavra é uma Semente e Escuta a minha voz, de Susana Tamaro e da crónica “Para não desistirmos de nos importar” de Isabel Stilwell (fonte:DN 8/10/06).


sintomo-nos:

publicado por **** às 21:15
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007
O Fim
Olho em meu redor
Tudo está desfeito.
Um lugar cheio de dor
Onde habita o preconceito.

Estranho sentimento este
Cheio de pudor,
Onde antes conheceste
Um mundo bem melhor.

Mas agora
Lutar não basta pra sobreviver,
Saberás quando chegar hora
E aí será ver para crer.

Este mundo esta cheio de rancor
Onde as pessoas se julgam
Pela sua mera cor.

Estaremos nós perto do fim?
Cuspimos na tigela da soupa onde comemos
Custa pensar que terminaremos assim...
No buraco que cavamos caíremos
By Lucya


publicado por **** às 20:15
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Quinta-feira, 26 de Julho de 2007
Friends

´'`]Lυcια[´'` diz:

Amigos,

São a nossa mais valia

 

Inimigos,

Aquilo que eu menos queria

´'`]Lυcια[´'` diz:

Este excerto ‘ta tão cómico

´'`]Lυcια[´'` diz:

XD

*~*  Aηα  *~* diz:

lol

*~*  Aηα  *~* diz:

duvido

*~*  Aηα  *~* diz:

aposto no contrário

´'`]Lυcια[´'` diz:

o k?

*~*  Aηα  *~* diz:

os inimigos sao a nossa mais valia

*~*  Aηα  *~* diz:

hehe

´'`]Lυcια[´'` diz:

Amigos,

aquilo que eu menos keria?

´'`]Lυcια[´'` diz:

:\

*~*  Aηα  *~* diz:

ya

*~*  Aηα  *~* diz:

Os amigos só dão trabalho

*~*  Aηα  *~* diz:

e ainda por cima tem a tendência d nos dizer as verdades

e akilo k n keremos ouvir

*~*  Aηα  *~* diz:

n tem medo de nós logo n os podemos ameaçar

n caem na chantagem emocional

*~*  Aηα  *~* diz:

lol

*~*  Aηα  *~* diz:

etc etc

´'`]Lυcια[´'` diz:

XD

´'`]Lυcια[´'` diz:

   bem visto

música: The way I are - Timbaland

publicado por **** às 21:41
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Mágoas
Mágoas,
Doces mágoas,
Tão fieis e desordeiras,
Que tanto atormentam
Este meu doce pensamento.
Vêm para ficar
E, para no fim,
Meu coração despedaçar.

By Lucya


publicado por **** às 16:55
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Perdoa-me

 

Perdoa-me. Faz tempo que não te escrevo. Perdoa-me. Da alma já pouco se me resta e a negrura dum Inverno literário afoga-me num agoiro de ciúme. 

 

Meu amor, o tempo passa e nós insistimos em conta-lo. Mas peço-te que não contes o tempo que estamos juntos. Peço-te apenas que me ames, tanto quanto eu te amo. Tenho a certeza de que o farás. Não te peço certezas ou provas. Peço-te apenas que nunca me mintas.

Não és perfeito, muito menos eu o sou, mas amo-te. Amo-te e não me canso de o repetir. Amo-te em cada beijo que damos. Amo-te em cada toque teu. Amo-te em cada discussão que temos. Amo-te em cada palavra tua. Em cada sorriso teu.

 

Nesse segundo que te vi perdi-me. Os teus olhos cor de fel, mataram-me como punhais. O teu sorriso afogou-me na imensidão da doçura. E cada palavra tua, por mais improvável que fosse, era para mim o canto do mar, das ondas que rolavam na areia suas mágoas. Por infinitos momentos fomos apenas um, mas o tempo levou-te. Perdi-me nos teus olhos, senti-me segura em teu redor. Dormi com os anjos nessa noite. Sobrevoei o paraíso e repousei na ternura de uma nuvem. Foste céu e foste mar. Foste tudo aquilo que eu sempre quis, mas agora não te vejo. Perdi-te. As ilusões esfumaram-se e resta-me apenas o sonho e a fantasia, a esperança de um dia me perder nos teus braços e provar o doce dos teus lábios.

 

By Ana M.

 


sintomo-nos: cool
música: Say it Right - Nelly Furtado

publicado por **** às 13:16
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Quarta-feira, 25 de Julho de 2007
O Teu Jogo
Sou eu a lançar os dados
Mas és tu a avançar.

Quero estar á tua frente
Mas só consigo recuar.

Mal chego a alcançar-te
Logo fico para trás.

Eis-me de volta à casa de partida
Mãos vazias e coração desfeito.

Tão forte é o meu desejo de ganhar
Como a tua vontade de me ver perder.

É que foste tu o autor das regras
Mas só eu tenho de as cumprir.

Mas não é por perder e perder
Que irei desistir de jogar.

E talvez seja tola,
Mas continuo a pensar
Que no final sairei vencedora.

by Rebecca Scida

Achei que este poema estava engraçado por isso decidi postar.
Beijos**    Lucya


publicado por **** às 21:46
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Segunda-feira, 23 de Julho de 2007
Caminho


Por ventos marinhos
Por doces madrugadas
Procurando Caminhos
Seguindo estradas

Esperamos encontrar
O que nem ouso imaginar

Perigosa ilusão,
A que nos fazes criar.

Simples alusão,
Que nos faz esfriar

Luto,
sinto-me desvanecer

Escuto,
meu coração compadecer

Por fim ergo-me
Tento esquecer a dor
Permanece o ardume
Que me enche de pudor

Caminho, firme.
De novo na estrada,
Procuro um cume.
Progrido, Amargurada.

By Lucya

música: I Tried - Bone Thug-n-Harmony Feat Akon
tags:

publicado por **** às 21:23
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Sexta-feira, 20 de Julho de 2007
National geographic - December, 25 2003

Em tempos de calor (não muito para nossa infelicidade) sabe bem refrescar as ideias.

 

 

"A cast of a snowflake shows the crystal's intricate pattern and delicate form. Like human fingertips, no two snow crystals are identical. Among all the countless flakes that have fallen from the skies, no two with exactly the same size, pattern, and number of water molecules have ever been found."

National Geographic

 

 

 



publicado por **** às 17:34
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007
Inocência

 

Anos passam e a turba continua a passar por nós. Cresceste sem quase o perceber e agora a inocência tão própria dessa criança que foste desapareceu no tempo. Sem querer deixaste-te cair em tristes vãos. Já não tremes ao passar do vento, já não te caem as lágrimas na calçada. O teu coração, outrora de veludo, ficou agora enegrecido e de paz vazio. A noite assombra-te, a luz esconde-se atrás negro do céu e ergue-se na bruma um desejo vão da criança que já foste.

 

Não sei porque respiro. Não quero saber. Sobrevivo às custas da ganância e da frieza que todos me atribuem. Às vezes nem eu me reconheço. Perdi a doçura que me inundava os olhos. Deixei fugir a ternura do meu toque e agora apenas sinto frio. O meu ar gélido faz-te recolher e acabo por me encobrir numa capa de traição e de presunção, sem a qual seria apenas mais uma pobre coitada, infeliz nas ruas da amargura.

Escondo o rosto nos livros e a alma num nome que nunca quis ter, nunca pedi ser. Sobrevivo. Arrasto-me esperando o fim dos dias chegar e contrariando tudo o que me convém, regozijo o meu riso quando na verdade choro.

 

By Ana M.

 


sintomo-nos: aborrecida
música: Promiscuous Girl - Nelly furtado

publicado por **** às 16:10
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A Bela Dama

                            

A Bela Dama passa por mim.

O rumor dos folhos de sua saia ressoa gozão aos meus ouvidos.

 

Inspiro. Anda pelas ruas sem objectivo aparente, sem mote particular, sem razão para a sua brandeza, mas com a certeza no passo, a cadência no balancear das suas ancas, a firmeza nos seus gestos. Flutua nas calçadas de pedra com a sua fantástica figura, marcando o compasso do tempo, lento, sereno, pausado. Quem a vir ao longe, parecer-lhe-á um delicado vulto trajado de negro, vestida de veludo breu qual corvo sempre atento, paciente, moderado, mostrando a sua figura de deusa imortal. Quem a vir ao perto, rapidamente repara que a sua expressão acompanha a serenidade, a beleza, a doçura, do seu caminhar. Envergonha, com o seu ar, a sua aura, a sua atitude, todo o mero mortal que, numa ânsia de viver, vendo a areia do relógio a esgotar-se, se apresse no caminho.

 

Expiro. Por muito tempo, ela permaneceu longe e eu dela isolado, abrigado, escondido, mas nunca o roçar de suas saias cessou, mesmo afastado, mesmo longe da minha capacidade auditiva, mesmo remoto, ele continuava lá na minha alma, furtivo, dissimulado, gozão.

 

Inspiro. Deixo o seu perfume invadir-me a alma e libertá-la de tudo, fecho os olhos, procuro o seu colo, o seu corpo alvo, o seu ventre liso. Busco um prazer eterno, de tão extenuado do efémero, do comum, do vão. Provoco o murmúrio dos seus folhos, mais longo, mais definitivo, mais gozão que nunca.

 

Expiro. Deixo o ar sair calmamente de meus pulmões, sentido esvaziá-lo de forma morosa, preguiçosa, paulatina, e Morro.

_________________________________________________

 

À única Bela Dama da qual todas as gerações de homens, em todos os tempos, com todas as crenças, de todos os locais, sempre tentam frustradamente escapar

 

Àquela cujo nomear nos lembra da nossa finidade, da nossa impotência, da nossa pequenez

Àquela que é o modelo de democracia é ideal, estabelecendo leis sem excepções

Àquela que nunca deixa vivalma no esquecimento

Àquela que nunca nos vem bater à porta quando estamos ausentes

Àquela que não podemos enganar, subornar ou travar

Àquela à cerca da qual só sabemos a certeza da vinda

Àquela cuja única condição de visita é estar-se vivo

 

À nossa mais poderosa inimiga e mais anciã amiga

 

À morte

       _______________________________________

By Sophia  (texto com supressões)


música: Hallelujah - Leonard Cohen

publicado por **** às 13:10
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"Nothing at all"

Duas de nós hoje de manhã, não sei se devido ao sono ou simplesmente à tremenda seca que estávamos a apanhar começámos a discutir XD

(Ana M. e Lucia - as duas fotografias do meio respectivamente)

 

'`]Lυcια[´'` diz:

entao

axu k é uma forma de alivio

´'`]Lυcια[´'` diz:

tipo

podes falar com ele sem os teus problemas

´'`]Lυcια[´'` diz:

mais ninguém o saberá

´'`]Lυcια[´'` diz:

n te criticará

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

e se alguém to ler?

´'`]Lυcια[´'` diz:

oh

´'`]Lυcια[´'` diz:

se for digital

so com mt azar é k descobrem

´'`]Lυcια[´'` diz:

se n o assinares

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

pois n te criticará logo n te poderá aconselhar

´'`]Lυcια[´'` diz:

sim

´'`]Lυcια[´'` diz:

mas plo menos n te axa XATA

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

XD

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

pois mas também n te ajudará assim tanto

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

e so o tempo que perdes a escrever?

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

pra alem de ficares c dores nas maos ou dedos

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

ficas c dor d cabeça de tar a afirmar a vista

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

hehe

´'`]Lυcια[´'` diz:

nao axu

´'`]Lυcια[´'` diz:

ás vezes so precisamos de desabafar

e so de o fazer sentimo-nos melhor

´'`]Lυcια[´'` diz:

pk usas o msn?

´'`]Lυcια[´'` diz:

so do tempo k perdes a escrever

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

mas n é frustrante desabafar pra uma folha ou pro ecrã?

´'`]Lυcια[´'` diz:

e ficas com dor nos dedos

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

ya

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

mas usas pk tens alguém a responder-te

´'`]Lυcια[´'` diz:

oh

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

mas por exemplo

eu n consigo pk

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

depois kero dixer mts de cenas  e so o tempo k perco a escrever ja tou a pensar noutra coisa...

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

XD

´'`]Lυcια[´'` diz:

k keres k te diga

´'`]Lυcια[´'` diz:

eu gosto

´'`]Lυcια[´'` diz:

tu n gostas

´'`]Lυcια[´'` diz:

n há nada a fazer

¨*¨  ληα  ¨*¨ diz:

há sim pds contrariar-me

 

Tudo isto para demonstrar que não temos mais nada de interessante para fazer. hehe 


sintomo-nos: Parvas
música: John Legend - PDA (We Just Dont Care)

publicado por **** às 11:33
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Quarta-feira, 18 de Julho de 2007
“The Beginning of something new”

 

Sete anos. Meio dia dos dois dias que a vida é. Sorrimos, Tropeçámos, Caímos, Chorámos, Vivemos. Subimos degraus íngremes. Galgámos montes e colinas. Corremos muito, mas mesmo assim tão pouco. Tão pouco de entre o pouco que espero continuemos a correr juntas durante, pelo menos, mais um dia.

By Ana M.

 

 


sintomo-nos: bem de férias
música: Fort Minor - Remember the name
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publicado por **** às 21:06
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