Domingo, 30 de Dezembro de 2007
A efemeridade do eterno

    

    

      Um dia deste-me uma rosa que simbolizava o teu amor por mim. Aceitei a primeira, guardei-a com cuidado, e ainda com muitas mais delicadezas acolhi o segundo. Disseste-me que ela efémero e repetiste-me sempre que ele não pereceria jamais.

       Pois bem, o avermelhado veludo da rosa ainda está pousado numa prateleira do meu quarto, conservei-a se bem que não tenha conseguido evitar a perda de algum do rubor da altura. Mas onde está o outro? Acho que nem a um canto poeirento num tampo de madeira teve direito.

 

       A temporalidade do leviano símbolo sobreviveu à eternidade do que importante simbolizava. Ao menos sempre fiquei com a rosa para estimar.

 

 

By Sophia

  

 

 

 

 

"You remain my power, my pleasure, my pain.
To me you're like a growing addiction that I can't deny, yeah
(...)
Now that your rose is in bloom,
A light hits the gloom on the grave.
Yes I compare you to a kiss from a rose on the grave"

 


música: Kiss from a rose - Seal

publicado por **** às 21:20
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